INTRODUÇÃO À MÍSTICA JUDAICA – Estudo para 05 de outubro de 2018 – 26 de Tishrei de 5779

I. Introducao a mistica Judaica – Acreditar, como algumas teorias científicas o afirmam, que o universo e o homem são fruto de coincidências moleculares, implica fechar nossa mente e sensibilidade a tudo o que faz de nós seres humanos. O homem, apesar de composto de matéria, não pode ser definido por seu peso e tamanho, ou tipo sanguíneo. Sua personalidade, idéias, anseios, sonhos, amor e ódio não são elementos físicos.

A ciência e a razão não conseguem responder às nossas mais angustiantes perguntas: a vida tem sentido? Por que estou vivo? O homem é essencialmente espiritual. É verdade que a espiritualidade não é científica, nem racional e não pode ser quantificada. A arte também não o é, mas ela existe assim como a espiritualidade. Desde seus primórdios, o homem tem olhado tanto para o universo como para dentro si mesmo, procurando um contato com o Divino, o Absoluto.

Chamamos de misticismo esta busca efetuada através de elementos intuitivos que estão fora do alcance da razão humana. Misticismo e experiências místicas fazem parte do judaísmo, desde seus primórdios. A Torá nos relata visitas de anjos, sonhos proféticos, conta-nos a transmissão de uma primeira revelação, a tradição oral, que explica como a energia espiritual transita através do cosmo.

A Cabalá (da palavra hebraica Kabalah, que significa “recebendo”ou “aquilo que foi recebido”) é a parte mística do judaísmo. Ela é também chamada de Chochmat há-Emet, a sabedoria da verdade. O ponto de partida e a meta da Cabalá são o conhecimento de D’us, “o Princípio e o Fim de todas as coisas”. Segundo a tradição judaica, nossos patriarcas, através de sua intuição espiritual e suas visões proféticas, passaram a conhecer e seguir a Lei de D’us, e a transmitiram oralmente. Só mais tarde D’us incumbiu Moisés de colocar parte desta tradição por escrito – a Torá escrita; a outra parte continuou sendo transmitida oralmente. Moisés escolheu alguns israelitas, chamados nistarim, a quem ensinou o nível de interpretação mais secreto da Torá, chamado de sod (que significa secreto). Neste nível, a realidade tangível é reduzida a simbolismos, numerologia e forças espirituais. Estes ensinamentos eram recebidos de geração em geração (kibel), por isto o nome de Cabalá.

O processo do recebimento da Torá, no Sinai, serve como único e exclusivo critério para qualquer tipo de ensinamento judaico subseqüente. O autêntico misticismo judaico é parte integrante da Torá. Assim como o corpo não pode funcionar sem a alma, esta é ineficaz sem o corpo. A alma da Torá (nistar, a parte esotérica) jamais pode ser separada do corpo da Torá (Niglê, a parte revelada, a Halachá). Reduzida a um simbolismo espiritual ou filosófico, ou a um misticismo emotivo, despida do cumprimento das mitzvot, a Cabalá se torna uma concha vazia.

Definição – Também chamada de Shalchelet ha-Cabalá “corrente da tradição”, a Cabalá é parte de uma revelação original, transmitida oralmente de geração em geração. Uma “corrente” cuja principal característica é sua relação vertical com D’us. Na extremidade superior desta corrente espiritual está D’us, na inferior, neste mundo de ação, o homem. Esta “corrente de tradição” permite estabelecerem-se contatos entre o mundo do homem e D’us.

O homem que dedica a vida ao estudo da Cabalá, chamado de mekubal, “aquele que foi recebido”, aspira ligar-se à D’us, desejando conhecer Sua Essência. Conhecer no sentido de se aproximar Dele, pois o homem tem plena consciência da distância que existe entre ele – ou qualquer outro homem – e o Ser Absoluto. Sabe também que é negada ao homem a posse completa da verdade; a onisciência é inatingível. A Cabalá levanta perguntas sobre a criação do Universo; as leis que governam os mundos; as relações que existem entre D’us, o mundo e o homem; as emanações Divinas, as sefirot; o ser humano, sua alma, a razão pela qual está neste mundo, o impacto que suas ações têm e assim por diante.

O estudo da Cabalá – Durante séculos os segredos místicos dos profetas eram conhecidos somente em círculos restritos. Havia vários pré-requisitos para seu estudo: os ensinamentos só podiam ser repassados individualmente para homens de impecável moral, que seguissem a Lei e que dessem provas de responsabilidade. De preferência, com mais de 40 anos, casados, que conhecessem a fundo o Talmud, a Torá, e a Halachá.

Para penetrar-se realmente na profundidade de seus ensinamentos é necessário, além de uma vida inteira dedicada ao estudo e às orações, seguir todos os preceitos da Lei Judaica e ter dons intelectuais e espirituais para tanto. Seus textos, além de serem escritos em hebraico antigo ou aramaico, estão codificados o que torna praticamente impossível para os não iniciados entender seu significado. O cuidado era mais no sentido de proteção do que de proibição; nossos sábios temiam que os ensinamentos místicos pudessem ser mal interpretados ou usados de forma inadequada.

O perigo da busca mística é colocado por um famoso relato do Talmud sobre quatro rabinos que se aventuraram no pardês, o pomar divino ou paraíso, em uma clara alusão aos quatro níveis de entendimento da Torá. Quatro rabinos entraram no pardês: Ben Azai, Ben Zomá, Acher e Rabi Akiva. Ben Azai olhou de relance e morreu; Ben Zomá olhou de relance e ficou louco. Acher tornou-se herege. Rabi Akiva entrou e saiu em paz. Esta história demonstra o perigo de adentrar-se nos assuntos místicos sem ter-se o preparo adequado. (Para maiores detalhes, ver “Pergunte ao Rabino”, Morashá nº 21, páginas 36, 37 e 38). Os temores de nossos sábios sobre a divulgação dos ensinamentos cabalísticos muitas vezes se confirmaram no decorrer da história.

Foram usados por falsos messias, distorcidos por místicos não-judeus e por adeptos da ciência do ocultismo. Extremamente populares entre pensadores cristãos no renascimento e Iluminismo, os preceitos da Cabalá foram reinterpretados para se encaixarem aos dogmas do cristianismo. Símbolos cabalísticos foram e são usados fora de contexto em cartas de tarô ou em outras formas de magias, ou adivinhações proibidas pela Torá.

Apesar da “Cabalá prática” existir, esta é uma área da Cabalá conhecida por pouquíssimos sábios que não recomendam o seu uso. Porém, os ensinamentos da Cabalá, se aprendidos e usados adequadamente, oferecem ao homem uma fonte inesgotável de sabedoria, ajudando-o a lidar com as realidades da vida.

Por isto, grandes rabinos e cabalistas como Rabi Isaac Luria, o Baal Shem Tov, o Gaon de Vilna e, mais recentemente, o Rebe de Lubavitch, encorajaram e ajudaram a difundir o pensamento cabalístico através de ensinamentos acessíveis a todos. Eles acreditavam que sem entrar nas profundezas esotéricas de seus ensinamentos, a sabedoria que a Cabalá incorpora tem o poder de enriquecer de inúmeras formas a vida de todos os judeus e pode ajudar-nos a encontrar a razão de nossas vidas.

Origens – Na tradição judaica, a Cabalá não foi um fenômeno, como certos estudiosos alegam, surgido na Idade Média, cerca do século XIII. Sua origem pode ser traçada até Abraão, a quem se atribui a autoria do primeiro texto místico: o Sefer Yetsirá (o livro da Criação). Nele, consta que D´us criou o mundo por meio das 22 letras do alfabeto hebraico e das sefirot, emanações divinas.

Segundo a tradição judaica, Abrãao havia aprendido os segredos místicos na academia de Shem e Eiver, fundada por Shem, filho de Noé. Isaac e Jacob também lá estudaram, este último durante 14 anos. Judá, um dos filhos de Jacob, fundou-a no Egito e esta continuou a funcionar secretamente durante os 400 anos seguintes. Sabemos, portanto, que tanto Noé quanto Adão conheciam os segredos místicos. Adão não era um homem como nós; era essencialmente espiritual, com uma ligação direta com o Divino. Intuitivamente, ele conhecia as 22 forças criativas que moldaram o universo. “Sabia” os diferentes caminhos que elas percorreram para entrar neste mundo, o mundo do “aqui e agora”. Adão conseguiu “materializar” os 22 caminhos místicos que “via” em 22 formas distintas, cada uma das quais tornou-se uma letra do alfabeto hebraico. Adão compreendia também as energias associadas a cada uma destas letras. Replicando estas energias individuais através da respiração, criou o som das letras. Cada letra do alfabeto hebraico é, portanto, o portal para uma outra realidade. Por isto a Cabalá dá grande ênfase à análise das palavras, seus valores numéricos, substituição de letras e suas formas. Adão era um ser andrógino com características masculinas e femininas. Só mais tarde D’us separou-o em dois. A maioria dos aspectos masculinos ficaram em Adão e os femininos em Eva. Esta dualidade masculino-feminino permeia toda a Criação, tanto nas energias espirituais que definem a mente e as emoções, nas sefirot, como nas letras do alfabeto hebraico.

Abraão, o Ivri, nosso patriarca, a quem é atribuída uma compreensão cósmica, conhecia profundamente o que mais tarde se tornou a Cabalá. Era astrólogo, usava tanto seus poderes místicos como sua sabedoria prática. Homem poderoso, era conhecido no meio onde vivia por ser um sábio místico que tinha estranhas noções sobre a existência de uma Única divindade. Seus contemporâneos diziam que recebia instruções de um D’us misterioso e anjos sussurravam em seu ouvido.

Abraão adquirira uma consciência intuitiva da existência de um Criador. Mas a Revelação Divina só seguiu-se após sua busca persistente por D’us e por um conhecimento sobre Ele. A partir desse momento D’us lhe revelou seu caráter único e Abraão passou a cumprir as instruções de D’us. Todos os filhos de Abraão receberam uma herança espiritual. Ao afastar de Isaac seus outros filhos, Abraão lhes dá uma bagagem espiritual. Entre os filhos de Abraão, há os que se estabeleceram na Índia (Hodu) e passaram a compartilhar seus conhecimentos com o povo da terra. Não é de estranhar, portanto, os paralelos que existem entre o misticismo judaico, o hinduísmo e o budismo. No quadro abaixo, alguns exemplos extraídos do livro “Practical Kabbalah”, do Rabino Laibl Wolf:

A Cabalá e a nossa vida – Para sobrevivermos neste mundo como verdadeiros seres humanos devemos recolocar em questão nossa percepção sobre o sentido de nossas vidas. A Cabalá nos ensina que, antes de virmos ao mundo, cada um de nós, cada alma, sabe de todos os segredos místicos. No ato do nascimento, um anjo “realoca” este conhecimento, este “conteúdo” de uma outra realidade espiritual, para o subconsciente. Ao nascermos, “esquecemos” de onde provém nossa alma. O objetivo da Cabalá é trazer à tona esta sabedoria intuitiva e permitir que nossa unicidade possa iluminar a vida daqueles que estão à nossa volta.

Cada um de nós tem uma missão na vida, algo que só ele pode fazer; cada acontecimento, no decorrer de nossas vidas, é uma lição a ser aprendida. A Cabalá nos ensina a integrar o material e o espiritual, ensina-nos que somente estando completamente envolvidos neste mundo, cientes de nossas responsabilidades, podemos encontrar nosso verdadeiro “eu”. Ensina-nos também que ao compartilharmos o que temos com os outros, criamos “espaço” dentro de nós para recebermos ainda mais. [1]

II, MISTICISMO JUDAICO: O QUE É UM DYBBUK?

No folclore judeu, um dybbuk ou dibbuk (plural: dybbukim) é um espírito humano que, devido aos seus pecados pregressos, vagueia incansavelmente até que encontre refúgio no corpo de uma pessoa viva. O “Dybbuk” ou “Dibbuk ” se apodera de corpos de pessoas. O estudioso e folclorista judeu S. Ansky ajudou a despertar o interesse internacional pelos dybbukim quando seu drama iídiche Der Dybbuk (aprox. 1916) foi traduzido para várias outras línguas. A crença nos dybbukim foi bastante comum nas comunidades do leste europeu dos séculos XVI e XVII: naquela época, pessoas acometidas por desordens mentais ou nervosas eram levadas à presença de um rabino responsável por operar milagres (baʿal shem). De acordo com a crença da época, esse rabino era capaz de expulsar o dybbuk por intermédio de um ritual de exorcismo.

O místico Isaac Luria (1534–1572) foi o responsável por introduzir a doutrina da transmigração de almas (gilgul) na comunidade judaica. Ele acreditava ser a transmigração o mecanismo pelo qual as almas poderiam dar continuidade ao seu propósito de auto-aperfeiçoamento. Essa doutrina eventualmente evoluiu para a concepção de que uma pessoa poderia ser possuída por um dybbuk. O estudioso e folclorista judeu S. Ansky ajudou a despertar o interesse internacional pelos dybbukim quando seu drama iídiche Der Dybbuk (aprox. 1916) foi traduzido para várias outras línguas. [2]

III. A cabala como a psicologia do misticismo judaico – Por Roberto Carlos Mirás, Espanha

“O judaísmo tem desenvolvido ao longo dos séculos um sistema aberto que permite encontrar o sentido da vida de cada ser humano e alcançar o objetivo de compreender a felicidade, apesar da existência do mal” (Mario Javier Saban), Falando de kabbalah encontramos uma tradição mística do povo judeu que chegam até hoje depois de passar por vários níveis de revelação, mesmo antes do momento da entrega da Torá. Nós falamos sobre uma das principais correntes do misticismo judaico.

E, em sua forma mais genérica designa o misticismo judaico em todo o seu sentido variante. Muitos têm sido os autores que direta ou indiretamente têm falado em comprimento sobre esta questão, embora isso nem sempre foi bem compreendido. Para o escritor argentino, residente em Espanha, Mario Satz autor de “O que é Kabbalah?” e “Meditações cabalísticos. preto Fogo, fogo branco “Kairos ou” O mais esplêndido fruto da Árvore da Cabala “(Miraguano)” pode ser considerado o Yoga da do Ocidente: a arte de ler e interpretar o fundador do nosso livro cultura, a Bíblia.

Mas também é um jogo como o xadrez, com as suas regras, valores e tempo, cujo objetivo final é para sintonizar a mente do leitor ou estudante até que um número cada vez maior de sinapses ou de relações com desenvolvedores nos surpreender descobertas felizes e achados”. Ora, a nosso autor, Mario Javier Saban: “Podemos falar sobre a cabala judaica como uma primeira tentativa desde os tempos antigos e medievais, para alcançar a compreensão abrangente e transpessoal do ser humano”, ao que acrescenta: “O próprio Freud alertou a forte conexão entre psicologia e biologia “.

Mario Javier Saban e Kabbalah – … Seu título: “A cabala. A psicologia do misticismo judaico “. Descendente de judeus espanhóis começou sua histórica sobre as origens dos judeus em investigações Argentina, sendo a sua primeira obra, “Conversão de os judeus” um best-seller. …”A tese eu apresento, sem dúvida, representa um enorme sistematização de grande parte do pensamento místico do judaísmo aplicada à Psicologia”, escreve o autor. Embora para uma compreensão de que, em adição ao trabalho citado acima deve mencionar outros volumes eles têm certamente enriquecido e muito do presente e parece que estamos complementar. …

Mas o que é a cabala, sob o ponto de vista da antropologia ou psicologia, Qual o papel que os mesmos documentos ou estudos Freud ou Jung entre outros mencionados- parece para pedir ao nosso autor? (Atualmente Presidente da Associação Cultural Judaico Tarbut Sefarad Espanha). “Muitos foram- acordo Saban-, cabalistas foram pré-psicólogos funcionou porque sua própria psique e estudou-o bem e para melhor compreender D-us ‘s projeto e o que vai estudar nestas páginas representa a contribuição psicológica feita pelo misticismo judaico durante séculos”.

No começar a ler seu trabalho pedimos uma e outra vez as perguntas que sempre estiveram lá, mas quer não sabemos ou não ter querido para responder. O que é a cabala e nós estamos falando? Para nosso autor da “cabala não é uma forma de crença, mas de conhecimento e este conhecimento pessoa mentalmente organizado.” Mas talvez a resposta tem Jung: “Nós temos que fazer um mergulho profundo na história da mente judaica, isso iria nos levar para além da ortodoxia judaica nos trabalhos subterrâneos de hassidismo e depois nos meandros da cabala “ou palavras de Shalom Sharabi (1720-1770)” Se você estiver procurando por uma maneira, você já está na estrada”. …
E como Rabindranath Tagore descrito nos capítulos nós para ir em umas poucas palavras e termos de pesagem ocasiões.

A Árvore da Vida – Para entender o funcionamento do sistema universal e como as diferentes escolas de pensamento vieram à realidade de si mesmo, temos a Árvore da Vida. “Nós temos que comparar algumas teorias modernas com velhas ideias em misticismo judaico, com a ideia de obter como um resultado de uma maior compreensão do auto que engloba a psique e transcende” Ou volta para Mario Satz: “Ao falar da árvore a vida, o que fazemos de uma organização que harmoniza as nossas tentações e busca para equilibrar nossos impulsos e energias “ou dizer Victor Frankl:” todo homem deve ter em seu deserto particular, um abrigo onde ele poderia retirar-se para refletir sobre si mesmo “Agora nosso autor em suas seiscentas páginas é introduzido em termos que de uma forma ou outra sempre fizeram parte de nossas vidas e, ao mesmo tempo, também do misticismo judaico, misticismo e respeitando outras análises que fazem um estudo como objetivo quanto possível. “Não é um misticismo judaico fortemente influenciado pelo misticismo sufi.

Quando falamos em espiritualidade, falamos de um todo, incluindo o assunto. ” E um fator importante neste volume é o idioma utilizado. “Na Cabala cabalistas eles têm mantido com muito cuidado com a linguagem. É uma ferramenta muito limitada como nós falamos de uma cabala, que é verdade, mas como uma linguagem mística ” E o que sou eu? Se um termo aparece em todas as filosofias, religiões ou tradições muito modernas ou atuais para ser é o “eu” Na obra de Saban a partir de suas páginas de abertura é um dos seus atores. Quem sou eu, O que percebe a alma? “Poderíamos dizer que o eu é a união entre eu mental e palácios ou o que chamamos como eu fora”. Ele acrescenta: “Nós podemos de uma forma muito concisa chamados ‘palácios’ com o nome de caminho” mental fora Yo ‘. Em suma, temos um volume antes de um estudo que tenta na medida do possível explicar em termos simples a partir da história, filosofia e psicologia que é isso do misticismo judaico, especificamente a cabala. E para isso, a partir de suas primeiras páginas o autor abre uma verdadeira organização que “devem procurar cada indivíduo, até a crença.” E nós fazemos nossas próprias as palavras de Abraham Maslow: “a psicologia deve aceitar tudo que a consciência humana lhe dá” (O homem carro feito “Para a Psicologia de Ser” -Toward a Psychology of Being.) [3]

Fontes:[1] Morasha, Edição 26, Dezembro de 1999: http://www.morasha.com.br/misticismo/introducao-a-mistica-judaica.html [2] 28 de janeiro de 2018: http://culturahebraica.blogspot.com/2018/01/misticismo-judaico-o-que-e-um-dybbuk.html [3] Coisas Judaicas sexta-feira, março 25, 2016: https://www.coisasjudaicas.com/2016/03/a-cabala-como-psicologia-do-misticismo.html
Coordenador: Saul S. Gefter, Diretor Executivo 26 de Tishrei de 5779 – 05 de outubro de 2018

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